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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Conheça pulseira que promete substituir o ar condicionado

Estudantes de engenharia Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) desenvolveram o Wristify, um projeto que busca reduzir o consumo de energia de maneira curiosa. Trata-se de uma pulseira térmica capaz de alterar a temperatura corporal dos seus usuários. O dispositivo seria capaz de não só resfriar como também aquecer todo o corpo humano.

Pulseira promete substituir o ar condicionado; Entenda (Foto: Reprodução/BostInno)

Desenvolvido por quatro estudantes, a pulseira Wristify direciona pulsos com ondas quentes ou frias direto para o pulso dos usuários, alterando assim, a temperatura de seus corpos. Os criadores dizem que o intuito do projeto é reduzir o consumo de energia com sistemas de ar condicionados de grandes edifícios do Estados Unidos.
A ideia do dispositivo passa por uma importante descoberta. Segundo um estudo realizado pelos quatro estudantes, a pele humana é muito sensível a rápidas alterações de temperatura. Eles descobriram que, mesmo enviando ondas a uma pequena área, elas poderiam afetar todo o corpo.
Tem alguma dúvida sobre tecnologia? Faça uma pergunta no Fórum do TechTudo!
“Atualmente, os prédios dos Estados Unidos utilizam uma quantidade incrível de energia para suprir seus sistemas de ar condicionado. Na verdade, eles representam cerca de 16,5% de todo o consumo de energia primária do país. Queremos reduzir este número, mantendo o conforto térmico individual.”, disse Sam Shames, um dos inventores da pulseira.
Depois de passar por 15 protótipos, a equipe chegou à versão atual do produto, que é muito parecida com um relógio de pulso. Os sensores utilizados no dispositivo conseguem obter uma taxa de variação de temperatura de até 0,4 °C por segundo. O projeto foi premiado em um concurso do MIT com US$ 10 mil (cerca de R$ 22 mil), dinheiro que a equipe pretende utilizar para aprimorar o projeto na esperança de comercializá-lo mundialmente em breve.

sábado, 10 de agosto de 2013

ASUS lança o monitor PB298Q com 29 polegadas

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A ASUS anunciou nesta semana o lançamento do monitor PB298Q. Este modelo possui 29 polegadas e aspecto 21:9 (ou aspecto "de cinema"). 
Este novo modelo possui resolução de 2560 x 1080, utiliza um painel AH-IPS (Advanced High Performance In-Plane Switching) e possui ângulos de visão de 178 graus. 
Além disso, o monitor PB298Q possui taxa de contraste dinâmico de 80.000.000:1 e conectores DisplayPort, HDMI e DVI dual-link. Ele também conta com um par de alto-falantes estéreo de 3W. 
O software ASUS MultiFrame, exclusivo para este monitor, permite que o usuário organize múltiplas áreas de trabalho facilmente. Além disso, sua base permite o uso da tela nas posições retrato (vertical) e paisagem (horizontal). 
O preço deste modelo ainda não foi divulgado

 fonte: Baboo

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Brasil: país tem a internet móvel mais cara da América Latina

Brasil: país tem a internet móvel mais cara da América Latina(Fonte da imagem: Reprodução/Engadget)

Além da qualidade da internet móvel, os brasileiros também reclamam do preço que precisam pagar por serviços deste gênero — e com razão. Segundo uma pesquisa realizada pela GSMA (Associação Internacional das Companhias de Telecomunicações), o valor dos pacotes no Brasil é o maior entre os países da América Latina.

Em um estudo encomendado pela GSMA à Telecom Advisory Services, a evolução de preços brasileiros para internet móvel para celulares e modems foi analisada, sendo que o espaço de tempo escolhido para isso foi de 2010 até 2013. Com isso, constatou-se que o país saiu da oitava posição direto para a primeira, revelando um crescimento de 66% no valor cobrado por serviços deste gênero.

O resultado brasileiro vai contra a tendência de toda a América Latina, já que os preços cobrados nestes tipos de contratos tiveram uma média de redução de 42%. No Brasil, o acesso à internet por smartphones custa R$ 73, enquanto o valor médio do restante das regiões estudadas é de R$ 36.


Competitividade que salva...


Dentro da pesquisa feita, o único segmento em que o Brasil conseguiu uma “pontuação” positiva foi em planos de internet móvel para menos de 250 MB por mês. Neste segmento, a média brasileira é de R$ 13,60, 30% do preço cobrado em 2010. No restante da América Latina, o valor cobrado ainda representa 48% da média de três anos atrás.

O motivo para esta queda expressiva é a concorrência gerada entre as operadoras brasileiras, que derrubaram os preços para atrair a maior quantidade de pessoas possível. E aí, depois de ler sobre a pesquisa da GSMA, o que você tem a dizer sobre a sua operadora?


quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Recém-aprovado, USB 3.1 terá velocidade de até 10 Gb/s

O USB 3.0 nem chegou a ser tão difundido quanto o USB 2.0, mas já tem um sucessor a caminho: a USB 3.0 Promoter Group, uma divisão da USB.org, aprovou as especificações do USB 3.1, que terá como atrativo a capacidade de atingir taxas de transferência de dados de até 10 Gb/s. 
A ideia aqui não é só possibilitar comunicação mais rápida com dispositivos móveis ou de armazenamento de dados, mas também permitir que o USB 3.1 seja, por exemplo, uma alternativa mais consistente para conexões de telas de alta definição que, como tal, exigem maior largura de banda. 
O novo padrão é bastante parecido com o USB 3.0, tecnicamente falando. Para conseguir alcançar o dobro da velocidade deste, a USB.org basicamente desenvolveu um método de codificação de dados mais eficiente, sem exigir o uso de tecnologias mais sofisticadas (e caras). 
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Desta forma, o USB 3.1 consegue aumentar ainda mais o drama do padrão Thunderbolt. A segunda versão desta tecnologia foi confirmada pela Intel em junho deste ano e tem como principal característica a velocidade de até 20 Gb/s, o dobro da primeira e atual especificação. O problema aqui está na viabilidade: além de mais complexo, o Thunderbolt tem custos de licenciamento mais elevados. 
A consequência não poderia ser outra: é difícil encontrar portas Thunderbolt em computadores que não sejam os da Apple, a principal apoiadora da tecnologia. No meio de julho, a Acer chegou inclusive a declarar que não quer mais saber de Thunderbolt em seus equipamentos. 
Estes problemas não são esperados para o USB 3.1. Assim como aconteceu com o surgimento das versões anteriores, o novo padrão não exigirá mudanças de conectores ou cabos e será totalmente compatível com dispositivos baseados em USB 3.0 ou USB 2.0 (se limitando às velocidades destas especificações, é claro). 
O fato de as especificações do USB 3.1 já estarem prontas e aprovadas, no entanto, não querem dizer que veremos esta tecnologia no mercado prontamente. A previsão é a de que os primeiros dispositivos compatíveis com a tecnologia só comecem a aparecer no final de 2014.

A nova guerra entre motores gráficos de games [vídeo]



E3 2013 foi recheada de jogos impressionantes. Os anúncios oficiais do Xbox One e do PlayStation 4 serviram apenas para deixar todos com muita vontade de experimentar um mundo de games ainda mais realistas.

Boa parte da evolução nos títulos de próxima geração se deve às capacidades dos consoles, contudo, os visuais impressionantes que vimos durante as apresentações surgiram a partir dos recursos que foram introduzidos nas engines que rodam por trás dos jogos.

Talvez você nem dê muita bola para aqueles montes de nomes que aparecem cada vez que você abre um game, mas alguns que aparecem ali são referentes aos motores gráficos que possibilitam o desenvolvimento de quase tudo que está no jogo. Unreal Engine, Havok, Frostbite e tantas outras estão nessa lista.

A nova geração de consoles vem acompanhada de atualizações nas principais engines. Hoje, vamos ver o que cada desenvolvedora tem de melhor para oferecer nos games que vêm por aí. Prepare-se para visualizar os gráficos mais irados que os videos games vão oferecer!

Frostbite 3


Desenvolvida especialmente para os jogos da Electronic Arts, a Frostbite já deu o que falar com tantos jogos de altíssima qualidade. A nova versão da engine promete ambientes mais realistas, com elementos que interagem entre si, como é o caso do vento e das ondas.


Outra novidade é a presença de um sistema de destruição avançado. O conceito “Levolution” apresentado na Frostbite 3 garante a modificação permanente de objetos do ambiente e isso influencia nas partidas multiplayer.

A nova guerra entre motores gráficos de games [vídeo]Ampliar (Fonte da imagem: Reprodução/Battlefield)

Não bastasse isso, o novo motor gráfico que será usado em Battlefield 4 contará com nova modelagem de personagens e animações mais convincentes. Segundo a desenvolvedora, a nova engine é versátil e poderá ser usado em plataformas portáteis como o iPhone.

Unreal Engine 4


A atual versão da Unreal Engine já nos mostrou seus poderes e deixa claro que ainda tem muito poder para oferecer — Batman: Arkham Origins está aí e não nos deixa mentir. No entanto, a desenvolvedora já vem se preparando para a próxima geração há mais de dez anos.


Na demonstração “Infiltrator”, podemos ver novas texturas e elementos de modelagem que deixam o cenário muito mais real. Todavia, o verdadeiro destaque deste vídeo fica por conta da iluminação. Há um equilíbrio preciso de sombras dispersas e luzes que se sobrepõem sem deixar os visuais toscos. O uso da técnica “voxel cone tracing” garante a iluminação global.

Na tech-demo “Elemental”, fica claro que a Unreal Engine 4 trará aperfeiçoamento de detalhes. A fumaça com volume que se adapta ao ambiente (e não atravessa objetos) e as partículas no ar são notáveis. Reflexos e efeitos de poeira na câmera também ajudam a aumentar a sensação de realismo. O tessellation aperfeiçoado cuida de poliedros perfeitos.

CryEngine 3


A Crytek vem nos impressionando desde o primeiro Far Cry, quando introduziu incríveis elementos para a composição de água e cenário. De lá para cá, a companhia evoluiu e agora nos apresenta a CryEngine 3. Já vimos em Crysis 3 que ela é realmente impressionante, mas o primeiro título que abusa dos novos recursos não aproveita todo o potencial da engine.


O novo SDK do motor gráfico possibilita a criação de mundos de neve fantásticos. Como você pode ver no trailer, esta engine traz incríveis efeitos para criar reflexos no gelo, recursos para simular a iluminação ineficiente do Sol nas condições de clima gelado e também conta com ferramentas que garantem a polidez nos mínimos detalhes.

No trailer tech-demo de Crysis 3, a Crytek mostra as sombras das nuvens interferindo nos cenários, a névoa com volume que reage de acordo com o cenário, o tessellation para a vegetação e para animais, o volume da água que é alterado quando há mais ou menos objetos dentro dela (isso é realmente trabalhoso) e em efeitos de câmera para simular a realidade.

Panta Rhei


Capcom ficou alguns anos sem apresentar novidades gráficas e isso influenciou diretamente nos resultados dos jogos desenvolvidos pela companhia. Todavia, a chegada do PlayStation 4 e do Xbox One foram dois bons motivos para criar algo completamente inovador e realista. Na demonstração de “Deep Down”, a desenvolvedora mostrou o que tem preparado para nós.


A primeira coisa notável, que é propositalmente o foco da tech-demo, é o fogo incrivelmente realista. As chamas se comportam de forma natural, as fagulhas que saem do fogo são muito reais e a iluminação no cenário é inacreditável. Quando a câmera foca nos elementos quentes, também conseguimos ver algumas distorções e efeitos que dão a sensação de realismo.

Além desse ponto em específico, o motor gráfico Panta Rhei fará bom uso de tessellation. Na demonstração, o dragão, as paredes, as colunas (que são objetos volumétricos) e outros elementos abusam do recurso. Os efeitos de iluminação também estão muito bem aplicados e tentam imitar ao máximo a realidade.

Luminous Engine


Quem jogou os antigos games da série Final Fantasy e acompanhava as notícias da Square-Enix sabe bem que a empresa sempre caprichou nos visuais. Com a chegada da nova geração, a empresa não pretende mudar seu posicionamento e, por isso, já apresentou uma demo do que vem por aí.


Enquanto outras desenvolvedoras focam em criar recursos para melhorar os visuais, a Luminous Engine será focada nas animações. No trailer Agni’s Philosophy, a companhia exibe movimentos perfeitos dos personagens, os quais partem das articulações básicas. O motor Luminous foca na barba, nas veias, nas expressões e em diversos outros detalhes.

Claro, a Square não deixou de inovar. O fotorrealismo da engine é notável nos ambientes. A combinação de iluminação, sombras e personagens deixa qualquer um boquiaberto. Ao focar em detalhes como a poeira, as fagulhas e outros elementos, podemos ver que esse motor gráfico está preparado para entregar games muito bem finalizados.

Fox Engine


Depois de nos impressionar com os gráficos de MGS 4, a equipe de Hideo Kojima resolveu criar uma engine própria para Metal Gear Solid 5 e outros jogos da Konami. Novamente, a equipe da Kojima apostou nos mesmos gráficos para CGI e gameplay, ou seja, não notaremos diferenças entre os vídeos e a hora de jogar.


As novidades da Fox Engine também são notáveis na simulação de clima e na passagem do tempo que acontecem em tempo real. A nova engine acompanha o salto gráfico de uma geração para outra, mas ela não se propõe a entregar recursos avançados de tessellation e efeitos de iluminação como os de outras engines.

Veja que não estamos dizendo que se trata de uma engine inferior. Acontece que, até agora, só vimos demonstrações mais simples e não podemos dizer se ela realmente tem um leque de opções tão grande. A genialidade, por ora, fica por conta da versatilidade dela e fácil adaptação aos atuais consoles. De qualquer forma, a Fox ficará linda em muitos jogos!

EA Sports Ignite


Investir em gráficos é importante, mas há outros elementos que também são dependentes da engine. A EA Sports Ignite é uma engine que mostra novos visuais, mas que capricha nas animações e outros elementos importantes para jogos de esportes.


A Ignite tenta imitar o movimento realista dos jogadores, trabalhando nas articulações e na reação dos atletas. Além disso, o motor da EA aposta em ambientes mais convincentes. Os estádios e as torcidas são bem mais convincentes graças à Ignite.

Enlighten Engine


As engines que citamos acima são motores gráficos completos, que proporcionam ferramentas para modelagem e recursos para criar um jogo completo. A Enlighten, por outro lado, é uma engine complementar que foca no tratamento da iluminação.


O motor gráfico criado pela Geomerics já é aplicado em alguns jogos da atual geração, mas seu verdadeiro potencial será notável em Battlefield 4, Star Wars Battlefront e outros títulos do Xbox One e do PS4. Vale notar que apesar de ser uma engine para consoles de próxima geração, a Enlighten também pode ser aplicada em games de Android e iOS.

A mais recente versão desta engine proporcionará visuais fotorrealistas e poderá, inclusive, ser utilizada junto a Unreal Engine 4. Certamente, os games ficam muito mais bonitos com essa iluminação que imita perfeitamente a do mundo real.

Unity 4


Enquanto algumas empresas apostam exclusivamente nos consoles, a Unity vem criando novidades para os futuros jogos de smartphones. A Unity 4 foi remodelada em todos os sentidos. Ela pode trabalhar com DirectX 11, oferecer incríveis animações com o sistema Mecanism e proporcionar visuais belíssimas com o controle preciso de iluminação.
A nova guerra entre motores gráficos de games [vídeo]Ampliar (Fonte da imagem: Divulgação/Unity)

O poder dos computadores


Bom, para finalizar nosso artigo, queremos mostrar algumas demonstrações de computadores que não são exatamente criadas com engines genéricas. Para você ter uma ideia do futuro dos jogos no PC, trazemos as demonstrações da NVIDIA e da Future Mark.


Primeiro, vale prestar atenção no que a NVIDIA vem desenvolvendo. Na demo de Human Face, a fabricante de placas de vídeo mostrou incríveis detalhes que podem fazer parte do gameplay dos próximos games. Esse rosto possui tantos detalhes que somente uma combinação de duas placas gráficas de altíssimo desempenho pode dar conta do recado.

Para levar os computadores ao limite, a Future Mark caprichou na atual versão do 3D Mark. A demonstração Fire Strike só pode ser bem executada em máquinas muito poderosas. A cena incrivelmente carregada de detalhes pode ser comum no futuro, mas, por ora, não há jogos que possam trabalhar com tamanha quantidade de detalhes.


Esse foi apenas um resumo do que as novas engines devem oferecer no futuro. Claro, há outros softwares que poderão ser utilizados no desenvolvimento de jogos, mas alguns que não tiveram mudanças significativas dificilmente vão oferecer algo diferente do que já conhecemos.

Vale notar ainda que dificilmente teremos jogos perfeitos no início da oitava geração de consoles. Entretanto, com o passar do tempo veremos títulos com visuais estonteantes, visto que as desenvolvedoras vão amadurecer e criar jogos exclusivos cada vez mais belos!




segunda-feira, 29 de julho de 2013

Sony e Panasonic fecham parceria para lançar discos de 300 GB

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A Sony e a Panasonic anunciaram uma parceria para criar uma nova geração de discos que substituiria o Blu-ray em 2015, armazenando 300 GB de dados em uma única mídia. 

Os discos de Blu-ray usados para filmes, softwares e games atualmente, comportam 50 GB de dados. 

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As empresas criaram seus próprios modelos de disco para armazenamento de dados no passado e agora trabalham em um formato voltado para usuários profissionais, mas que pode ser lançado para o consumidor comum no futuro. 

Filmes com resolução 4K, de ultra-alta definição, com quatro vezes mais qualidade de imagens do que os atuais filmes em Full HD (1080p), podem fazer uso do novo modelo de disco. 

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Gradiente lançará novo Iphone Android e dual-chip em outubro

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A Gradiente anunciou nesta segunda-feira que lançará um novo iPhone em outubro. Na sexta-feira, a IGB Eletrônica, empresa que controla a Gradiente, anunciou que não chegou a um acordo com a Apple sobre os direitos da marca "iphone" e decidiu dar andamento judicial sobre a questão. 

A Gradiente criou um site especial que mostra o smartphone, batizado de Iphone C600. O aparelho terá dois chips, tela HD de 5 polegadas e câmeras de traseira de 13 megapixels e frontal de 2 megapixels. Além disso, o novo Iphone da Gradiente terá processador dual-core de 1,4 GHZ, rodará Android 4.2.2 e memória interna de 8GB. 

Em fevereiro, o Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) decidiu que o uso da marca "iphone" no Brasil é de direito da Gradiente, que pediu o registro do nome em 2000 e obteve a autorização oito anos depois. A Apple, que tem o smartphone com o mesmo nome, fez o pedido de registro da marca no país em 2007, ano em que lançou a primeira versão do celular. 

Na sexta-feira, a IGB disse que seu pedido de liminar na ação em que é autora, determinando a suspensão imediata das vendas da Apple, não foi deferido. "A companhia segue otimista, e no meio tempo será lançado um novo modelo de 'iphone' com a marca Gradiente", acrescentou. 

Em dezembro do ano passado, a Gradiente lançou seu primeiro aparelho da linha G Gradiente Iphone, com câmera de 5 megapixels e Android 2.3, com preço sugerido de R$ 599. O aparelho aceita dois chips, tem conexão Wi-Fi, 3G e Bluetooth, e cartão de memória de 2 GB. A tela de 3,7 polegadas tem resolução de 320 x 480 e o processador é de 700 MHz.


sexta-feira, 19 de julho de 2013

Apple iPhone Lite retratado em duas versões

Apple planeja duas versões "lite" do seu iPhone, de codinome "iPhone Zenvo" e "iPhone Zagato / Bertone," de acordo com um relatório de China.


(Crédito: Apple)


Outro dia, outro rumor sobre os planos da Apple para o lançamento de uma versão "lite" do seu iPhone.
Apple pode estar planejando o lançamento de duas versões de um "iPhone Lite", afirma um relatório de China, que foi descoberto por telefone Arena na sexta-feira. O relatório, que incluía imagens que reivindicam para mostrar os planos da Apple, indica que um dos aparelhos tem o codinome "iPhone Zenvo", enquanto o outro vem com o nome "iPhone Zagato / Bertone."

Ambos os dispositivos, de acordo com os documentos vazados, virá com telas de 4 polegadas e estará disponível em várias cores. O modelo Zenvo virá com um processador dual-core da Samsung e 1GB de RAM, enquanto a versão Zagato / Bertone terá um processador não identificado "H6P" e suporte para TDD-LTE, de acordo com o relatório.
Em termos de design, o dispositivo é semelhante ao atual iPhone 5 , mas se as especificações estão corretas, parece ser o modelo mais barato do que tem sido cogitados nos últimos meses. Houve alguma discordância sobre o nome do dispositivo, no entanto, como muitos relatórios sugerem que ele vai ser chamado de Mini iPhone .
Antes de chegar à frente de nós mesmos, é importante notar que não há nenhuma maneira de confirmar a veracidade dos documentos vazados. Apple é notoriamente segredo sobre seus planos, ea empresa foi conhecido por usar iscas para jogar as pessoas fora o cheiro de novos produtos. Em outras palavras, como com todos os rumores da Apple, levar um presente com um grão de sal até que a fabricante do iPhone, na verdade, mostra um novo dispositivo.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

HTC One Mini é pequena em tamanho e não em recursos





Se você admirava o HTC One , mas pensei que era muito grande, então a HTC One Mini pode ser exatamente o que você precisa. Ele shoehorns muitos recursos excelentes do One HTC em um pacote pocket-friendly menores e mais e mantém muito de beleza de alumínio do seu antecessor. O resultado é um aparelho menor, menos potente e menos assustadora que ainda se parece com um membro da uma família.

Depois de tantos vazamentos e rumores , a confirmação da existência do Um Mini é quase chocante, e eu não estava particularmente surpreso com o que está dentro. Ainda assim, apesar de eu não ter tempo para dar-lhe um test-drive completo, saí impressionado. O processador mais lento é preocupante, e vai enfrentar a concorrência do Samsung Galaxy S4 Mini (assim como seus irmãos maiores praças off contra o Galaxy S4), mas mais novo dispositivo da HTC tem um monte de promessas. O desafio da HTC, no entanto, será para chegar a várias operadoras a um preço justo.

Alteração ligeira, grande ganho de conforto (fotos)

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Projetar

Uma grande parte do One HTC apelo é seu prêmio qualidade de construção. Esculpido a partir de um pedaço sólido de alumínio, o Uno não flexionar, dobrar ou ranger quando agarrou - algo telefones menores fiz em minhas mãos. O HTC One Mini definitivamente exalava o mesmo nível de robustez quando deixei o rapaz em minhas patas ansiosos. Essa sensação de força não deve vir como uma surpresa, uma vez que me disse que o HTC One Mini também aproveita construção unibody para maior durabilidade.

O Mini One afasta o projeto de seu irmão maior em outra área: suas bordas são revestidas por menos caro policarbonato e metal não polido. O lado positivo, diz HTC, é que leva menos tempo e esforço para criar o telefone menor, o que vai se traduzir em um preço mais baixo esperado para os consumidores.

HTC One Mini
O Mini utiliza plástico em torno de suas bordas, e não de alumínio.
(Crédito: Brian Bennett / CNET)

Em 122 gramas (4,3 onças), o Mini One é de 21 gramas (0,74 onças) mais leve que o HTC One. Mesmo assim, o Mini One não parecem ter menos peso, talvez porque o aparelho é mais compacto.

HTC One Mini
O HTC One Mini mantém um perfil de acabamento.
(Crédito: Brian Bennett / CNET)

Na verdade, o Mini One mede 5,2 cm de altura por 2,5 cm de largura por 0,36 cm de espessura. Quando você pensa sobre isso, que não é muito menor do que as dimensões do HTC One de 5,4 cm por 2,7 cm por 0,37 cm. Essencialmente, resume-se a uma diferença de 0,2 polegada em altura e largura.

No papel, eu admito que não somam muita diferença. Com meus dedos em torno dele, no entanto, ficou claro que a estrutura do Mini é mais estreito e mais curto do que aquele maior.Como resultado, o telefone menor era mais fácil de manusear e deve espremer em lugares onde o se-ia ter problemas.

HTC One Mini
O Mini One é mais compacto, mas principalmente metal.
(Crédito: Brian Bennett / CNET)

A grande desvantagem para barbear polegadas fora o chassi HTC One Mini é uma tela menor.Não foi há muito tempo, quando os telefones com telas maiores que 4 centímetros de diâmetro foram consideradas gigantesco. Rapaz, tem aqueles dias passados. Em 4,3 polegadas, a tela do Mini One é decididamente midrange em comparação com os monstros agora ocupam prateleiras das lojas.

LCD do telefone também tem uma resolução de 720p e menor densidade de pixels (341ppi), em comparação com a do One (4.7-inch, 1080p, 468ppi). Claro que eu tenho que dizer que foi difícil perceber a diferença entre os dois monitores, além do imobiliário visuais menores, no breve tempo que eu tinha em presença do Um Mini.

Se você é um fã da HTC One de alto-falantes estéreo robustos, a HTC característica tem marcado "BoomSound", você vai ficar feliz em saber o Mini possui a mesma capacidade. HTC confirmou comigo que o Mini One vai entregar uma experiência de áudio comparável, com cada um de seus alto-falantes por seu próprio amplificador.

Posso garantir que os dois esportes grelhas de áudio perfuradas Um Mini elaborar a sua tela.Os alto-falantes são um pouco menores, porém, e desde que eu não tenho tempo para demiti-los durante meu curto período de tempo com ele, ainda não está claro se eles vão cinto o máximo de impacto sonoro.
Você não vai encontrar a chave de energia do HTC One bacana que funciona como um IR blaster aqui, também. A parte traseira do aparelho mantém a sua protecção de alumínio confortavelmente curva, no entanto.

Características, componentes e câmeras

Apesar de seu tamanho encolhido o HTC One Mini oferece um conjunto de recursos quase idêntico ao HTC One (especificamente o modelo global). O aparelho roda o Android 4.2 Jelly Bean com a versão mais frescos de Sense UI da empresa slathered sobre ele. Isso significa que o agregador de notícias BlinkFeed ainda ocupa a primeira tela inicial, se você quer ou não, e tempo de animações da HTC estão espalhados em toda a interface do usuário.

Esteja ciente de que o Mini One é alimentado por uma CPU de 400 Snapdragon dual-core de 1.4GHz marcado para baixo em oposição ao processador o HTC One beefier 1.7GHz quad-core Snapdragon 600. O gadget desconexo também tem metade da RAM, 1 GB em vez de 2 GB. Enquanto o Mini One tratado sem problemas durante a minha test-drive curto, o processador aguado e memória reduzida são obrigados a afetar negativamente a velocidade de aplicação eo desempenho geral.

HTC One Mini
O aplicativo da câmera Mini One oferece as mesmas características essenciais.
(Crédito: Brian Bennett / CNET)


Fiquei particularmente impressionado com a câmera, que tirava fotos rapidamente. HTC explicou que o Mini se baseia em um sistema de imagem essencialmente idêntico ao seu antecessor. Como o HTC One , o Mini One usa HTC Sense Imagem apoiado pelo mesmo sensor de 4 megapixels "Ultrapixel". Uma omissão importante é que o Mini One carece de estabilização ótica de imagem, que é uma vergonha, uma vez que pode resultar em fraco desempenho de pouca luz, ou, pelo menos, as velocidades do obturador mais lentas.
O próprio aplicativo da câmera é tão recheado de modos de fotografia, filtros e configurações.Tem também a captura de imagem Zoe da HTC e bobas habilidades destaque de vídeo (o que eu gosto, por sinal) a bordo.

Outlook

Fico feliz em ver o novo HTC One Mini entrou em cena, uma vez que parece para embalar muitos dos recursos premium do HTC One e seu design em um tamanho menor mais gerenciável. O que é realmente interessante aqui é que, com a entrada do Mini One, que pode muito bem ver uma repetição da batalha titânica entre o Galaxy S4 da Samsung e um da HTC.

Samsung já lançou o Galaxy S4 Mini , que, como o HTC One Mini, pacotes em um grande número de habilidades de nível superior da empresa, mas de uma forma em escala reduzida e de bolso. O S4 Mini também usa um processador mais lento dual-core Snapdragon de 400, embora a um 1.7GHz mais rápido em comparação com o HTC One chip de 1.4GHz da Mini.Além disso, o Mini S4 conta com menos memória RAM do que seu irmão mais potente (1,5 GB em vez de 2 GB), mas mais do que o HTC Mini (1GB).

O Galaxy S4 Mini dá um passo comparável no tamanho da tela e resolução, bem como, com um display AMOLED qHD de 4.3 polegadas (960x540 pixels). Francamente, está se preparando para ser um confronto muito perto e interessante de mini smartphones.

Eu tenho preocupações se o Mini One está à altura da tarefa. Eu realmente espero que o dispositivo não irá revelar-se demasiado fraca potência ou excessivamente caro. Estou pensando em uma faixa de preço subsidiado justo para o Mini One seria de R $ 89 a $ 129, qualquer coisa superior nunca iria voar. Espero também que a HTC vai ter o poder de barganha para assegurar que o Mini One irá torná-lo para várias operadoras aqui em os EUA Poderia realmente bater Samsung para o soco se ele pode obter as companhias americanas ranzinza para jogar bola. Claro, só o tempo dirá.

Tal como está, o HTC One Mini é um telefone global que a empresa espera para aterrar em todo o mundo em agosto. Ainda não há ainda nenhuma palavra sobre preços, mas espero que não teremos que esperar muito tempo para mais detalhes.

Novo Bentley Continental GT Speed ​​Convertible foca no luxo, desempenho, e não tecnologia


2014 Bentley Continental GT Speed ​​Convertible
Novo Continental GT Speed ​​Convertible de Bentley foi anunciado na última Detroit Auto Show.
(Crédito: Wayne Cunningham / CNET)
Continental GT Speed ​​Convertible de Bentley é tão nova que o preço ainda não foi anunciado.Então, eu fui deixado para adivinhar quanto dinheiro eu estava colocando em perigo quando um Bentley caiu fora na garagem CNET por um curto período de empréstimo. A julgar pela formação atual da Bentley, eu ballparked que, entre dois e três. Centenas de milhares de dólares, o que é.
As pessoas que compram Bentleys provavelmente não fazer a primeira pergunta que me veio à mente: o que faz este carro vale muito dinheiro?
Trabalhar para uma empresa que recentemente fez um hands-on (olhos-on?) Com $ 25.000 televisão Sony , o meu primeiro pensamento foi o de considerar eletrônica de cabine do GT Speed ​​Conversíveis. 8 polegadas LCD da Bentley foi muito menor que o de 84 polegadas Sony, e não têm a tecnologia 4K, então eu descartou a tela como o elemento mais caro.
A cabine tecnologia suite - navegação, telefone e áudio digital - eram familiares para mim de ter revisto uma série de recentes modelos da Audi. Bentley e Audi, sendo ambos parte do Grupo Volkswagen, partes eletrônica, um ponto a favor da Bentley, como a tecnologia da cabine do Audi está entre os melhores no negócio.

Novas passagens conversível Bentley em tecnologia, e não de luxo (fotos)

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No entanto, a maioria dos Audis não superior 100 mil, muito menos 200. Para o preço do GT Speed ​​Convertible, eu esperaria para obter um HUD a laser 3D com GPS de nível militar. O carro deve vir pré-carregado com todas as músicas no iTunes, acessível através do comando de voz. E quanto a um sistema de telefonia de vídeo por satélite que faz chamadas fora da área de cobertura celular. Pelo menos me dar uma conexão de dados 4G.
Infelizmente, essas sutilezas digitais não são o foco do orçamento de produção da Bentley.
Faster
Em vez disso, o GT Speed ​​Convertible tem a distinção de ser o mais rápido conversível de quatro lugares, com uma velocidade máxima de 202 mph. Tome isso, Volkswagen Eos .

A 6-litros motor W-12 faz uso de dois turbo-compressores para produzir 616 cavalos de potência e 590 libras-pés de torque. A transmissão ZF de oito velocidades automática é executado poder de um sistema all-wheel-drive, enquanto uma suspensão a ar suaviza ou aperta o passeio, dependendo do que o motorista tem em mente. Essa tecnologia drivetrain tem que valer a pena cem mil por si só.
Gostaria também de dar crédito para a construção quase perfeita de seu corpo, com linhas que ouve a 1940 design automotivo. E depois há as janelas de vidro duplo, que deaden som exterior como nada mais. Couro grosso cobre assentos confortáveis ​​que massageava meu de volta na reta final de uma longa viagem. Madeira ricamente grained cobriu o painel de instrumentos, com inserção cromo aberturas de metal. Um relógio Breitling, situado no meio do painel, certamente custar alguns milhares de dólares em forma de relógio.
2014 Bentley Continental GT Speed ​​Convertible
O GT Speed ​​conversível vem com seu próprio relógio Breitling.
(Crédito: Josh Miller / CNET)
Esta velocidade Conversível GT veio com o sistema de áudio opcional de Naim, parceira da Bentley para o prémio de áudio. Este sistema deu qualquer pista digitais alimentado-o e transformou-o em uma obra de beleza de parar o coração, mesmo música que eu não gosto particularmente. E dado que um sistema de áudio doméstico Naim credível correria para as dezenas de milhares de dólares, eu estava começando a entender o custo do carro.
Não inesperadamente, o pano-top teto conversível bem acolchoada fez a sua parte em me protegendo dos sons ásperos do mundo exterior. Em velocidade, o forro do teto permaneceu perfeitamente imóvel, experimentando não esbofeteamento do vento chicoteando por cima.Quando eu alternado um interruptor de metal no console, o top levantado, dobradas para trás, em seguida, guardado em si afastado sob uma cobertura automática tonneau, de forma harmoniosa e em tempo rápido. A operação inversa parecia um pouco mais lento, como se estivesse fechando a baía de carga de um Boeing C-17 Globemaster.
Para open-top de condução, o GT Speed ​​Convertible oferecido todo o conforto. Junto com o recurso de massagem, os assentos featured aquecimento e arrefecimento. Bentley e ainda levou uma página da Mercedes-Benz, implementar algo semelhante a Airscarf, que soprava ar quente ou frio em volta do meu pescoço sob o encosto de cabeça.
2014 Bentley Continental GT Speed ​​Convertible
Para um rag-top, o GT Speed ​​Convertible faz um excelente trabalho de preservação de uma cabine tranquila.
(Crédito: Josh Miller / CNET)
E aqui eu realmente tenho uma reclamação, em que a Bentley coloca muitos dos controles do banco, mesmo os mostradores pescoço ao ar, para baixo no lado do banco, onde eu não podia vê-los. Minha dica para as montadoras: uma vez que você tem mais de quatro botões de controle do banco, colocá-los na porta ou no console. Nós não somos todos proficiente em Braille.
O mais impressionante foi como, com a parte superior para baixo ea velocidade de quase 100 quilômetros por hora, eu poderia facilmente ter uma conversa com o meu passageiro.
Shifty
Dado poder a GT Speed ​​Convertible, ele deslizava tão facilmente como tudo o isolamento da cabine fez sentir. Hills não faze-lo, no mínimo, e passou através de seus oito velocidades quase tão bem quanto uma transmissão continuamente variável. Eu entendi a transmissão surpresa uma vez, como algumas mudanças rápidas de aceleração em baixas velocidades, necessárias em trânsito, levou a uma súbita, cambaleando redução.

2014 Bentley Continental GT Speed ​​Convertible
Este shifter substancial leva o carro de gracioso a bestial quando empurrado para modo Sport.
(Crédito: Josh Miller / CNET)
Na maioria das vezes, no entanto, a transmissão fez um trabalho admirável com enorme potência do motor. Mesmo em seu modo padrão de movimentação que downshifted prontamente em resposta a frenagem. Ao contrário de tantos carros novos, o GT Speed ​​Convertible não tentar ficar no Top Gear, como uma medida de economia de combustível. E eu não me incomodei mesmo tentar tally sua economia de combustível, sabendo que ela provavelmente estava recebendo algo em meados dos adolescentes. Como eletrônica de cabine, a economia não é o foco deste carro.
Mover a barra de metal polido que é alavanca o GT Speed ​​Convertible à sua posição Esporte abriram novas perspectivas de desempenho. Em Drive, eu poderia graciosamente deslizar o carro através de tráfego congestionado centro da cidade. No esporte, eu só podia segurá-la com um pé pena no pedal do acelerador.
Não só Esporte alterar a programação de transmissão, pareceu aguçar a resposta do acelerador e abriu defletores na escape. Clark Kent lançar seu terno e revelou sua capa e calças justas.
Eu deleitava-se com a nota de escape, uma grande, rugido gutural que eu poderia jogar como um fagote com o pedal do acelerador. A aceleração não era gracioso - o GT Speed ​​Convertible reuniram-se para um momento, então deu o seu tudo, o carregamento para a frente como um Clydesdale bufando.
A alavanca de câmbio manipulado a maioria das configurações do esporte, mas eu tive que usar um controle separado para a suspensão a ar. Apertar um botão com um ícone de amortecedor no console trouxe uma tela LCD do carro, com quatro configurações de entre Sport e Comfort. Quatro configurações parece-me excessivo, mas o GT Speed ​​Convertible parece ser tudo sobre o excesso. Menos desculpável foi a interface touch-screen, o que não é muito adequado para fazer ajustes de suspensão rápida, enquanto em andamento. O motorista seria melhor servido se o botão de suspensão no console alternado através de diferentes configurações.
2014 Bentley Continental GT Speed ​​Convertible
Por mais que eu gosto de telas sensíveis ao toque, usando uma para definir a suspensão não é muito conveniente.
(Crédito: Josh Miller / CNET)
A definição de esporte mais hard-core para a suspensão certamente fez a diferença na qualidade do passeio, mas nunca desceu a um nível do pavimento de moagem. O GT Speed ​​Convertible senti como um carro mais leve para as voltas de uma estrada de montanha, e parecia ser capaz de tomar muito mais do que eu estava jogando para ele. Em uma curva fechada, o pavimento um pouco úmido, ficou solta, colocando a cauda para fora quando eu tentei corrigir.
A direção aperta-se um pouco de velocidade, mas sobre esses cantos afiados da roda tende a sentir-se leve, muito fácil de virar. Bentley usa direcção assistida Servotronic da ZF, um sistema hidráulico reforçado com controles eletrônicos. Dado o tamanho eo luxo do carro, parecia mais sensação estrada tinha sido ajustado para fora. O GT Speed ​​Convertible mostra o caminho que ele quer fazer, ao invés de deixar a estrada ditar comportamento.
Bem como o GT Speed ​​Convertible tratado, não inteiramente disfarçar sua tara de 5.500 kg.Em uma estrada sinuosa, foi um muito, muito choro de um Scion FR-S . Quando eu pensei que estava queimando um conjunto de voltas, olhei para o velocímetro e vi que eu estava apenas indo para o limite de velocidade.
Aprovação
Após passar um tempo com o GT Speed ​​Convertible, ficou claro que o preço cobre materiais de luxo, construção e desempenho, mas não é tanto a tecnologia. Seu estilo lhe dá um pouco de presença, ea menos que você vive em Mônaco, não haverá muitos outros exemplos por aí.Ele também faz um passeio muito, muito confortável, bom para uma longa viagem, se você pode pagar o gás.

Mas o seu maior valor, provavelmente, veio na forma de aplausos e sorrisos de aprovação de todos os folgados-calças fãs de rap na calçada como eu navegado por.

 

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